Porto Alegre Em Cena confirma datas e anuncia espetáculos locais

Evento tradicional do cenário das artes cênicas da Capital, o Porto Alegre Em Cena 2018 será realizado entre os dias 11 e 23 de setembro. Será a 25ª edição do festival, que vai reunir peças locais, nacionais e internacionais em vários espaços culturais da cidade. Theatro São Pedro, Centro Municipal de Cultura e Instituto Ling serão alguns dos palcos do circuito, que também inclui performances de rua e apresentações em espaços alternativos.

O 25º Porto Alegre em Cena é uma realização do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e da Prefeitura de Porto Alegre. O festival conta com financiamento Pró-cultura RS,  mecanismo de incentivo à cultura da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.

A programação completa e a venda de ingressos para o festival serão anunciadas no início de agosto. Mas já estão confirmados os 10 espetáculos locais da agenda, selecionados para concorrer ao Prêmio Braskem em Cena – que chega à 13ª edição como uma das principais premiações das artes cênicas da cidade. O conselho curador que selecionou os espetáculos foi composto por Fernando Zugno, Kaya Rodrigues, Luciano Fernandes, Neca Machado, Daniela Carmona e Jane Schoninger. As peças escolhidas são as seguintes:

A Mulher Arrastada

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A Mulher Arrastada – Foto: Regina Peduzzi Protskof

Inspirado em um chocante episódio real, a peça tem Celina Alcântara no papel de uma mulher que foi baleada e arrastada por uma viatura da Polícia, no Rio de Janeiro.

Texto: Diones Camargo / Direção: Adriane Mottola

 

Chapeuzinho Vermelho

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Chapeuzinho Vermelho – Foto: Adriana Marchiori

Em uma mescla de teatro, dança e música, o espetáculo relê o conto clássico e propõe a adultos e crianças uma espécie de “iniciação ao medo”.

Texto: Joël Pommerat (tradução: Giovana Soar) / Direção: Camila Bauer

 

Dilúvio MA

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Dilúvio MA – Foto: Gabriel Dienstmann e Natália Utz

A performance estabelece conexões entre ecologia, sustentabilidade e artes cênicas, abordando as relações entre os seres humanos e o ambiente em que vivem.

Criação e performance: Marina Mendo e Rossendo Rodrigues

 

Espalhem Minhas Cinzas na EuroDisney

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Espalhem minhas cinzas na EuroDisney – Foto: Divulgação

A peça da Cia Stravaganza convida o espectador a um passeio futurista distópico e atemporal, apresentando ataques ao capitalismo e seus subprodutos.

Direção: Adriane Mottola / Autor: Rodrigo García (tradução: Adriane Mottola)

 

Hiato

Inspirado em uma estética originada em imersões na natureza, o espetáculo aposta no diálogo ao vivo entre elementos de dança contemporânea e vídeo.

Direção: Leonardo Jorgelewicz / Atuação: Paula Finn

 

Imobilhados

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Imobiliados – Foto: Fabrício Smões/Divulgação PMPA

Quatro atores desdobram-se em nove personagens em uma peça sem falas, na qual gestos, ações e movimentos coreografados têm destaque.

Direção: Liane Venturella / Dramaturgia: Liane Venturella e Máscara EnCena

 

Pequeno Trabalho para Velhos Palhaços

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Pequeno Trabalho para Velhos Palhaços – Foto: Teatro São Pedro

A peça celebra as trajetórias dos artistas Arlete Cunha, Sandra Dani e Zé Adão Barbosa, em um clima de ironia e deboche que remete ao Teatro do Absurdo.

Direção: Adriane Mottola / Autor: Matei Visniec (tradução: Pedro Sette-Câmara)

 

Qual a diferença entre o charme e o funk?

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Qual a diferença entre o charme e o funk? – Foto: Andre Olmos

A peça é baseada em memórias dos artistas negros em cena, que recontam de variadas formas suas experiências, unindo elementos de teatro, dança e música.

Direção: Thiago Pirajira / Dramaturgia: grupo Pretagô

 

Teatro dos Seres Imaginários

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Teatro dos Seres Imaginários – Foto: Divulgação

No espetáculo de bonecos, inspirado em O Livro dos Seres Imaginários (Jorge Luis Borges e Margarita Guerrero), o espectador fica com o rosto quase colado à cena.

Roteiro e direção de cena: Jackson Zambelli / Criação e direção geral: Cacá Sena

 

Vincent – Obra Contemporânea em Dança Performática

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Vincent – Foto: Luhã Valença

O universo do artista holandês Vincent Van Gogh (1853-1890) é o ponto de partida para o espetáculo, no qual cada intérprete cria seus próprios movimentos.

Direção geral: Verônica Prokopp / Direção cênica: Daniel Aires

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